A começar do maravilhoso título, Evangelização no mercado pós-moderno, o texto que você tem em mãos é profundo e ao mesmo tempo simples e prático, como somente bons pensadores são capazes de produzir. Com entusiasmo e esperança recomendo a leitura deste texto, acreditando que é mais uma semente no solo onde brotará uma nova geração de cristãos.
    Ed René Kivitz, pastor da Igreja Batista de Água Branca, São Paulo, Capital.

    Como um espelho, Evangelização no Mercado Pós-Moderno revela o inadequado invólucro religioso que construímos a partir da transformação do Evangelho num produto irrelevante para o homem pós-moderno. O desafio do autor é alcançar os areopagitas do século 21 com uma mensagem capaz de explicar a cruz, abranger o cosmos e potencializar o ser.
    Armando Bispo, pastor da Igreja Batista Central de Fortaleza, CE.

Numa época em que a fé perde os seus conceitos, em que a doutrina é substituída pela experiência e em que a consciência cristã se acomoda no sensorial, Robson Ramos revela a extrema necessidade de vivermos um cristianismo genuíno, que tem a mente cristã como filtro de toda verdade evangélica.
    Durvalina Bezerra, diretora do Seminário Betel Brasileiro em São Paulo e presidente da Associação de Professores de Missões do Brasil.

Tenho prazer em recomendar a leitura de Evangelização no Mercado Pós-Moderno. Com habilidade, o autor apresenta ao leitor as condições para dialogar com pensadores e pregar a graça salvadora aos que nunca deram atenção séria ao Evangelho.
    Russell Shedd, Ph.D., escritor e conferencista.

Robson foi o primeiro brasileiro a alertar para a necessidade de uma avaliação do modelo convencionalmente usado em missões e para a necessidade de mobilização de um novo vocacionado, o missionário bi-vocacional ou fazedor de tendas — alguém que, mais do que usar uma desculpa para entrar em um país, contribua, de fato, a partir de seu conhecimento, com a comunidade ou nação-alvo.
    Ariovaldo Ramos, missionário da Sepal, pastor e presidente da Visão Mundial do Brasil.