“É urgente a necessidade de criarmos em nosso meio um espírito crítico sobre o mundo de colagens baratas em que vivemos, dentro e fora da Igreja. Para decodificarmos os simulacros criados por uma cultura decaída, sem Cristo, precisamos desfazer os simulacros com os quais vivemos em nossas Igrejas. Pois não passam de uma caricatura grotesca do discipulado para o qual Cristo nos chama.”

      * Página 100, capítulo 7 do livro Evangelização no Mercado Pós Moderno, de Robson Ramos.

   “Muito embora esta geração pós moderna não esteja procurando a “verdade”, ela está em busca do que é real. Nosso esforço evangelístico deve enfatizar uma comunidade inclusiva que recebe as pessoas para que possam observar a realidade da fé Cristã. Uma “apologética” cristã adequada à pós-modernidade não pode estar dissociada de uma comunidade acolhedora que alcança o necessitado, o aflito e também aquelas pessoas que estão buscando uma experiência espiritual. Precisa também enfatizar a esperança que temos – que Deus prevalecerá e que haverá um Novo Céu e uma Nova Terra. Precisamos fazer uma leitura da Grande Comissão lado a lado com o Grande Mandamento (“amar a Deus acima de todas as coisas e a teu próximo como a ti mesmo”), que põe o foco em relacionamentos na comunidade.”

      * Páginas 103 e 104, do capítulo 8 do livro Evangelização no Mercado Pós Moderno, de Robson Ramos.


   “Diálogo e reflexão devem ser estimulados no contato com esta geração. Estimular a descoberta por si mesmo, com a ajuda de outros na comunidade. No estilo “socrático” de Evangelismo, o facilitador da discussão apresenta perguntas e chama os participantes para explicar o que pensam sobre o assunto. O líder ou facilitador continua fazendo perguntas para que o grupo se aprofunde ainda mais no texto bíblico sendo discutido. Ao facilitador cabe fazer as perguntas certas no sentido de levar o grupo a ir descobrindo o significado das Escrituras.”

      * Página 105, do capítulo 8 do livro Evangelização no Mercado Pós Moderno, de Robson Ramos.


   “Como seguidores de Jesus Cristo nesta geração temos a opção de ficar na mesmice, vivendo como consumidores acríticos e passivos do que nos é oferecido para que fiquemos sintonizados com o que existe de mais novo em nossos ambientes devidamente protegidos dos cultos e eventos que fazemos para o nosso deleite pessoal, ou rompemos com tudo isso e entramos pelas ruelas escuras deste mundo conturbado em que vivemos levando a luz do Evangelho e fazendo discípulos de Jesus Cristo.”

      * Página 106, 107, do capítulo 8 do livro Evangelização no Mercado Pós Moderno, de Robson Ramos.

   “As organizações, empresas e pessoas que orbitam no universo de interesses das Igrejas evangélicas muitas vezes se integram ao mercado não pela diferença e sim pela semelhança ao mundo globalizado, pragmático e consumista. Ao invés de fazer a diferença o assim chamado “segmento” evangélico – seja na esfera comercial, pública ou política, é um integrante a mais no conjunto do que já existe.”

      * Página 23, do capítulo 1 do livro Evangelização no Mercado Pós Moderno, de Robson Ramos.


   “Todos os que se interessam pela evangelização devem prestar atenção ao cenário que se forma, no qual os atores são as ovelhas sem pastor que estão sendo ‘horrendamente tatuadas pelas complexidades’ dos dias em que vivemos. E, em dias como estes, não há tempo para brincar muito menos para dar motivo a que os nossos observadores venham a desdenhar de nós e se distanciar dos caminhos de Deus.”

      * Página 16, da Introdução do livro Evangelização no Mercado Pós Moderno, de Robson Ramos.